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A campainha tocou novamente.

“Vamos ficar quietos, ela vai embora daqui a pouco.”

Novamente a campainha.

“Vai embora, Rosalda, droga! Ou você quer me matar?”

“Antônio, seu desgraçado, eu sei que você está aí, agora abre a porta!”

“Ela quer me matar mesmo...”

“Tudo bem, se você não quer abrir, eu...”

Antônio se levantou devagar e abriu a porta.

“Tudo bem, Rosalda, tudo bem, eu abro. Mas você não vai gostar do que vai ver, já vou avisando...”

Ela olhou para dentro:

“Seu desgraç... mas que....” (E nós tivemos que interromper essa história porque podem ter crianças lendo, e as palavras que ela usou para descrever a casa de Antônio não são exatamente adequadas para a idade).(06092013 – Publicado em 19092013)

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