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Enquanto Jheanie latia, Antônio olhava para Glu-Glu e para aquela mulher que se dizia sua dona. Era impossível não se sentir de alguma forma traído - nunca imaginaria que um de seus bichos recém-adotados teria uma dona. "Venha com a sua mamãe, Glu-Glu!" disse Rosalda: "Você não está com saudades dela?" "Como assim, Glu-Glu não é dessa mulher!" gritou Antônio, que resolveu fazer coro com a cachorra: "Aposto que ela nem nunca o viu!" "Antônio, amor, ela publicou um texto procurando o bichinho. Tem criança doente envolvida e tudo o mais." "Deve ter visto o vídeo dele na internet e resolveu procurar. Aposto que quer ganhar dinheiro com ele!" "Que bobagem." disse Margareth: "Eu adoro Glu-Glu, somos como unha e carne!" "Prove." Antes que Margareth pudesse fazer qualquer coisa para provar o que fosse, Glu-Glu resolveu sair correndo. A bruxa, que estava tentando disfarçar, mas não era nem um pouco boazinha, pulou e parou em frente dele: "Onde pensa que vai, peru?" E Glu-Glu deu-lhe uma bicada que a jogou longe. (03082014 – publicado em 20082014) | ||||||
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EUqueDISSE 2014 |
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