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A cachorra olhava para Antônio como quem olha para o inimigo número 1. E embora Antônio não soubesse muito de muitas coisas, de uma coisa ele sabia com certeza: como diferenciar um cão furioso de um calmo. E a Cachorra estava furiosa. Ele sorriu:

“Amigo, amigo...”

Como ela poderia ter certeza disso, porém, era uma grande incógnita para ele. E para ela, que estava apenas pensando: havia sido salva por um peru. Depois, ambos haviam sido presos naquele lugar esquisito. E quando tentaram sair de lá – imagina – ela... se deparava com aquele cidadão esquisito, que estava lá quando ninguém mais tinha coragem de estar? Era poderia não ter ideia de quem ele era, mas certamente sabia que era melhor prevenir do que remediar, e lutaria com unhas e dentes – mais dentes do que unhas, na verdade – para defender a si e a seu salvador peru.

Antônio não desistiria tão fácil, porém:

“Carinha, eu juro que sou gente boa. Quero dizer... eu vi vocês hoje. Eu vi... quando você foi salva, cachorra... pelo peru! Eu estava na piscina, eu vi tudo! E quero ajudar, agora!”

Antônio dizia essas palavras, mas, no fundo, pensava em quanto se sentia estúpido por estar conversando... com dois animais! Eles não o entendiam, não era verdade? Ele estava perdendo o tempo dele, não era verdade?

Foi quando Glu-Glu falou:

“Glu....” (31102012)

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